Eu sou a Lara Alvim , tenho 11 anos e costumo ter blogs sobre moda , como o wwwitgirlsamigasfashion.blogspot.com
adoro falar de moda , maquiagem , fofocas
mas agora , acho que está na hora de falar sobre coisas serias , que são o nosso futuro
falar sobre o meio ambiente , biodiverssidade , nossa flora e fauna
falar até de comos podemos usar a moda com um jeitinho sustentavel de ser !
e acabar com esse ´´tabu`` de que todos os ambientalistas sao diferentes , são hippies
ou que so se vestem de verde e marron ! mas isso está errado ! porque muitas pessoas so se preucupam com o dia de hoje , poluindo , desmatando , mas não penssam no futuro de nossos filhos , os filhos deles etc
claro q tambem n devemos deixar de vver um dia de cada vez, um pouquinho de preucupaçao pode evita-la no futuro . gostaria que todos pudessem ver esse blog como um estimulo parta mudar
Lara Alvim bjsss
Paparazi Reciclavél
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Costumamos observar o mundo dividido em continentes, países, Estados e cidades. Mas raramente nos damos conta de que vivemos em um determinado bioma. Os moradores de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória, por exemplo, habitam territórios situados na mata atlântica. Já cidadãos de Goiânia, Brasília e Cuiabá vivem no cerrado.
Há muitas definições sobre o conceito, que começou a ser utilizado mais enfaticamente a partir da década de 1990 para facilitar o planejamento de ações de conservação e proteção ambiental específicas para cada bioma.
Segundo a definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o bioma é um conjunto de espécies animais e vegetais que vivem em formações vegetais vizinhas em um território que possui condições climáticas similares e história compartilhada de mudanças ambientais, o que resulta em uma diversidade biológica própria.
O bioma pode ser nomeado em função da vegetação predominante (caso da amazônia, cerrado e mata atlântica), relevo (pantanal), condições climáticas (exemplo da caatinga no semiárido nordestino) ou meio físico (bioma zonas costeira e marinha).
No mapa de biomas brasileiros, lançado pelo IBGE em 2004, um mesmo bioma contém paisagens distintas da vegetação dominante. É o caso dos campos e manchas de cerrado existentes na amazônia. Ao considerar ecossistemas distintos do predominante em um mesmo bioma, tenta-se mostrar que eles precisam ser tratados de maneira integrada. O que afeta um ecossistema provoca impactos em outros ecossistemas vizinhos, mesmo que o primeiro não seja a paisagem preponderante.
“Leis que protegem uma espécie isolada, como é o caso da araucária no Sul e da castanheira na amazônia, foram erros históricos da política de conservação”, lamenta o professor Ricardo Ribeiro Rodrigues, do laboratório de ecologia e restauração florestal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba, interior de São Paulo. Para ele, o conceito de bioma favorece a promoção de ações comuns no todo dessa região ecológica, mesmo que haja formações vegetais diferentes da dominante.
Inversamente, ações humanas podem colaborar com uma relação mais harmônica, bem como causar danos consideráveis aos biomas. Ao longo dos últimos dois séculos, preponderou a tônica de moldar os biomas segundo a vontade humana.
Na mata atlântica, por exemplo, onde se situa a maior parte da população e da indústria brasileira, árvores foram removidas para dar lugar a lavouras, pastagens, rodovias, ruas, avenidas, prédios e casas. Rios foram canalizados e cobertos pela malha viária das cidades.
O resultado foi a impermeabilização do solo, a diminuição do número de espécies animais e vegetais no bioma e o estrangulamento do leito dos rios, que não podiam mais se esparramar pelas várzeas, aterradas para abrir espaço ao progresso.
Desde a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1992 (Eco-92), a figura do bioma vem ganhando mais importância nas políticas públicas de meio ambiente, nas estratégias de sustentabilidade das empresas e nas campanhas de organizações ambientalistas.
Um exemplo notável desse movimento de revalorização dos processos ecológicos no mundo urbano é o da restauração de rios em Seul, capital da Coreia do Sul. Vias públicas que cobriam rios que cortam a capital sul-coreana estão sendo destruídas e parques implantados para ajudar na absorção de água quando chuvas mais intensas aumentam o nível dos rios.
A inclusão do conceito de bioma no planejamento de obras públicas, instalação e expansão de fábricas, fazendas, empreendimentos imobiliários, hoteleiros e turísticos poderá mudar a lógica atual de desenvolvimento, que geralmente trata o meio ambiente mais como problema que como solução para uma economia mais limpa e sustentável.
“O conceito de bioma permite regionalizar as políticas ambientais. A agricultura e outros setores econômicos também deveriam trabalhar com a ideia de bioma”, sugere Ricardo Machado, professor do departamento de zoologia da Universidade de Brasília (UnB).
Os biomas podem ser vistos em diferentes configurações geográficas. Do ponto de vista global, os grandes biomas são as florestas tropicais, as florestas de coníferas (clima temperado), os desertos gelados e quentes, as savanas e as tundras nas regiões geladas do planeta (Ártico e montanhas).
No plano nacional, os países também estabelecem seus biomas, que geralmente correspondem aos biomas globais (o cerrado, por exemplo, é um tipo de savana). De acordo com o IBGE, os seis biomas continentais do Brasil são: amazônia, cerrado, pantanal, caatinga, mata atlântica e pampa. Especialistas em biodiversidade acrescentam as zonas costeira e marinha como o sétimo bioma, ainda não reconhecido oficialmente.
Veja a seguir uma breve introdução aos sete biomas brasileiros.
É por causa da amazônia que o Brasil ocupa a posição de país mais megadiverso. Só nesse bioma há quase 30 mil espécies de plantas, ou metade das espécies vegetais existentes no país e 20% das espécies de plantas da Terra. A fauna compreende 4.211 espécies, 80% das espécies animais do Brasil e 9% do total mundial. Sua rica fauna e flora comprovam a importância da amazônia para a conservação da biodiversidade no globo terrestre.
Outro serviço ambiental estratégico para o planeta é prestado na área climática. Boa parte das chuvas que caem nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil e na Argentina, Paraguai e Uruguai tem origem no sistema de evaporação e transpiração das plantas e árvores amazônicas. A relação do bioma com o clima também ocorre na limpeza de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, contribuindo para atenuar o aquecimento global.
Da amazônia vêm dez ativos usados nos produtos Natura Ekos: açaí, andiroba, breu branco, cacau, castanha, cupuaçu, estoraque, maracujá, murumuru e priprioca.
O cerrado típico possui árvores baixas de troncos tortuosos e galhos retorcidos que se encontram esparsas em meio a arbustos e a um tapete de gramíneas. Profundas, as raízes das árvores atingem de 15 a 20 metros, condição que lhes permite absorver água do lençol freático e sobreviver na estação quente e seca.
Do cerrado vem um ativo usado nos produtos Natura Ekos: o buriti.
Calor intenso e chuvas volumosas favorecem o desenvolvimento de plantas e animais em abundância. Das cerca de 20 mil espécies de planta lá conhecidas, oito mil são endêmicas (40% do total). Entre árvores de destaque no bioma, estão o jequitibá-rosa, o pinheiro-do-paraná, o cedro, as figueiras, os ipês, a braúna e o pau-brasil.
Observando a fauna atlântica como um todo, a taxa de endemismo continua bastante elevada. Das 1.361 espécies animais, 567 habitam apenas no bioma atlântico, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Da mata atlântica vêm quatro ativos usados nos produtos Natura Ekos: cacau, capim-limão, maracujá e pitanga.
Apesar de ser o único bioma exclusivamente brasileiro, a caatinga não foi reconhecida como patrimônio nacional na Constituição promulgada em 1988, como ocorreu com a floresta amazônica, o pantanal, a mata atlântica e a zona costeira. É um dos biomas com menor proporção de áreas protegidas, 6% de sua área total.
Por não ser uma formação florestal, os pampas não têm sido tratados como área prioritária para a conservação. Menos de 1% de seu território está protegido por Unidades de Conservação (UCs). A biodiversidade dos pampas tem declinado bastante desde o começo da década de 1970 em virtude da expansão acelerada da atividade agropecuária e, nos últimos anos, pelo plantio de eucalipto.
Dos pampas vem um ativo usado nos produtos Natura Ekos: o mate verde.
Como seu solo é pobre e anualmente, durante a estação chuvosa, o bioma é pouco propício à agricultura comercial e à ocupação humana em larga escala. Uma das maiores áreas alagadas do planeta, o pantanal possui cerca de 140 mil quilômetros quadrados distribuídos em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Embora não constem no mapa de biomas do IBGE, organizações não-governamentais, cientistas e órgãos ambientais atuam nas zonas costeira e Marinha como se fossem um bioma. Sua área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados equivale a mais de 50% do território brasileiro, o que levou a Marinha a chamá-la de Amazônia Azul.
Há muitas definições sobre o conceito, que começou a ser utilizado mais enfaticamente a partir da década de 1990 para facilitar o planejamento de ações de conservação e proteção ambiental específicas para cada bioma.
Segundo a definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o bioma é um conjunto de espécies animais e vegetais que vivem em formações vegetais vizinhas em um território que possui condições climáticas similares e história compartilhada de mudanças ambientais, o que resulta em uma diversidade biológica própria.
O bioma pode ser nomeado em função da vegetação predominante (caso da amazônia, cerrado e mata atlântica), relevo (pantanal), condições climáticas (exemplo da caatinga no semiárido nordestino) ou meio físico (bioma zonas costeira e marinha).
No mapa de biomas brasileiros, lançado pelo IBGE em 2004, um mesmo bioma contém paisagens distintas da vegetação dominante. É o caso dos campos e manchas de cerrado existentes na amazônia. Ao considerar ecossistemas distintos do predominante em um mesmo bioma, tenta-se mostrar que eles precisam ser tratados de maneira integrada. O que afeta um ecossistema provoca impactos em outros ecossistemas vizinhos, mesmo que o primeiro não seja a paisagem preponderante.
“Leis que protegem uma espécie isolada, como é o caso da araucária no Sul e da castanheira na amazônia, foram erros históricos da política de conservação”, lamenta o professor Ricardo Ribeiro Rodrigues, do laboratório de ecologia e restauração florestal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba, interior de São Paulo. Para ele, o conceito de bioma favorece a promoção de ações comuns no todo dessa região ecológica, mesmo que haja formações vegetais diferentes da dominante.
Desafio
O grande desafio enfrentado hoje pela humanidade é se relacionar mais harmonicamente com os biomas, que influenciam as escolhas de atividades econômicas (criação extensiva de gado no pampa e no pantanal, por exemplo), lazer, estudo, a localização e o tipo de moradia (como as ocas indígenas feitas com palhas da mata).Inversamente, ações humanas podem colaborar com uma relação mais harmônica, bem como causar danos consideráveis aos biomas. Ao longo dos últimos dois séculos, preponderou a tônica de moldar os biomas segundo a vontade humana.
Na mata atlântica, por exemplo, onde se situa a maior parte da população e da indústria brasileira, árvores foram removidas para dar lugar a lavouras, pastagens, rodovias, ruas, avenidas, prédios e casas. Rios foram canalizados e cobertos pela malha viária das cidades.
O resultado foi a impermeabilização do solo, a diminuição do número de espécies animais e vegetais no bioma e o estrangulamento do leito dos rios, que não podiam mais se esparramar pelas várzeas, aterradas para abrir espaço ao progresso.
Desde a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, em 1992 (Eco-92), a figura do bioma vem ganhando mais importância nas políticas públicas de meio ambiente, nas estratégias de sustentabilidade das empresas e nas campanhas de organizações ambientalistas.
Um exemplo notável desse movimento de revalorização dos processos ecológicos no mundo urbano é o da restauração de rios em Seul, capital da Coreia do Sul. Vias públicas que cobriam rios que cortam a capital sul-coreana estão sendo destruídas e parques implantados para ajudar na absorção de água quando chuvas mais intensas aumentam o nível dos rios.
A inclusão do conceito de bioma no planejamento de obras públicas, instalação e expansão de fábricas, fazendas, empreendimentos imobiliários, hoteleiros e turísticos poderá mudar a lógica atual de desenvolvimento, que geralmente trata o meio ambiente mais como problema que como solução para uma economia mais limpa e sustentável.
“O conceito de bioma permite regionalizar as políticas ambientais. A agricultura e outros setores econômicos também deveriam trabalhar com a ideia de bioma”, sugere Ricardo Machado, professor do departamento de zoologia da Universidade de Brasília (UnB).
Os biomas podem ser vistos em diferentes configurações geográficas. Do ponto de vista global, os grandes biomas são as florestas tropicais, as florestas de coníferas (clima temperado), os desertos gelados e quentes, as savanas e as tundras nas regiões geladas do planeta (Ártico e montanhas).
No plano nacional, os países também estabelecem seus biomas, que geralmente correspondem aos biomas globais (o cerrado, por exemplo, é um tipo de savana). De acordo com o IBGE, os seis biomas continentais do Brasil são: amazônia, cerrado, pantanal, caatinga, mata atlântica e pampa. Especialistas em biodiversidade acrescentam as zonas costeira e marinha como o sétimo bioma, ainda não reconhecido oficialmente.
Veja a seguir uma breve introdução aos sete biomas brasileiros.
Amazônia
Com 4,2 milhões de quilômetros quadrados, a amazônia é o maior bioma brasileiro, representando 49% do território nacional. A vegetação dominante é a floresta amazônica, tropical úmida, com árvores de médio e grande porte que mantêm suas folhas o ano inteiro.É por causa da amazônia que o Brasil ocupa a posição de país mais megadiverso. Só nesse bioma há quase 30 mil espécies de plantas, ou metade das espécies vegetais existentes no país e 20% das espécies de plantas da Terra. A fauna compreende 4.211 espécies, 80% das espécies animais do Brasil e 9% do total mundial. Sua rica fauna e flora comprovam a importância da amazônia para a conservação da biodiversidade no globo terrestre.
Outro serviço ambiental estratégico para o planeta é prestado na área climática. Boa parte das chuvas que caem nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil e na Argentina, Paraguai e Uruguai tem origem no sistema de evaporação e transpiração das plantas e árvores amazônicas. A relação do bioma com o clima também ocorre na limpeza de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera, contribuindo para atenuar o aquecimento global.
Da amazônia vêm dez ativos usados nos produtos Natura Ekos: açaí, andiroba, breu branco, cacau, castanha, cupuaçu, estoraque, maracujá, murumuru e priprioca.
Cerrado
O cerrado hospeda as nascentes dos principais rios brasileiros. Apenas essa informação já é suficiente para justificar a necessidade de conservação da vegetação, que retém no solo as águas das chuvas, ajudando na reposição de água nas nascentes. A cobertura vegetal também protege o solo das enxurradas.O cerrado típico possui árvores baixas de troncos tortuosos e galhos retorcidos que se encontram esparsas em meio a arbustos e a um tapete de gramíneas. Profundas, as raízes das árvores atingem de 15 a 20 metros, condição que lhes permite absorver água do lençol freático e sobreviver na estação quente e seca.
Do cerrado vem um ativo usado nos produtos Natura Ekos: o buriti.
Mata Atlântica
A mata atlântica é um dos biomas com maior diversidade de espécies vegetais e animais do planeta. É, também, um dos que possui as mais elevadas taxas de endemismo (espécies que são exclusivas de um bioma). Ela esparrama-se por 17 Estados, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, acompanhando o litoral brasileiro, com diversos tipos de vegetação, clima, relevo, ecossistemas e fauna.Calor intenso e chuvas volumosas favorecem o desenvolvimento de plantas e animais em abundância. Das cerca de 20 mil espécies de planta lá conhecidas, oito mil são endêmicas (40% do total). Entre árvores de destaque no bioma, estão o jequitibá-rosa, o pinheiro-do-paraná, o cedro, as figueiras, os ipês, a braúna e o pau-brasil.
Observando a fauna atlântica como um todo, a taxa de endemismo continua bastante elevada. Das 1.361 espécies animais, 567 habitam apenas no bioma atlântico, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Da mata atlântica vêm quatro ativos usados nos produtos Natura Ekos: cacau, capim-limão, maracujá e pitanga.
Caatinga
A vegetação da Caatinga adaptou-se ao clima semiárido do sertão nordestino (quente e seco) com arbustos e árvores baixas de folhas finas ou inexistentes, o que diminui a perda de água por evaporação. As chuvas são irregulares, tornando os rios intermitentes e pouco volumosos, e o solo, raso e pedregoso.Apesar de ser o único bioma exclusivamente brasileiro, a caatinga não foi reconhecida como patrimônio nacional na Constituição promulgada em 1988, como ocorreu com a floresta amazônica, o pantanal, a mata atlântica e a zona costeira. É um dos biomas com menor proporção de áreas protegidas, 6% de sua área total.
Pampas
O único bioma brasileiro situado nos limites de um único Estado são os pampas, que ocupam a metade sul do Rio Grande do Sul, ou 63% do território gaúcho. Predomina no bioma a vegetação de campos, onde há muitos arbustos e gramíneas.Por não ser uma formação florestal, os pampas não têm sido tratados como área prioritária para a conservação. Menos de 1% de seu território está protegido por Unidades de Conservação (UCs). A biodiversidade dos pampas tem declinado bastante desde o começo da década de 1970 em virtude da expansão acelerada da atividade agropecuária e, nos últimos anos, pelo plantio de eucalipto.
Dos pampas vem um ativo usado nos produtos Natura Ekos: o mate verde.
Pantanal
Estudo recente de um grupo de organizações não-governamentais apontou que perto de 15% de sua vegetação foi removida ou degradada, mas restam 85% de mata intacta. O dado foi um dos resultados do mapeamento da bacia do Alto Paraguai, onde está localizada a planície pantaneira, concluído em 2009 pelas organizações Avina, Conservação Internacional, Ecoa, SOS Mata Atlântica e WWF-Brasil.Como seu solo é pobre e anualmente, durante a estação chuvosa, o bioma é pouco propício à agricultura comercial e à ocupação humana em larga escala. Uma das maiores áreas alagadas do planeta, o pantanal possui cerca de 140 mil quilômetros quadrados distribuídos em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Zonas Costeira e Marinha
Os oceanos desempenham papel fundamental no clima da Terra, ao absorver um quarto do gás carbônico lançado na atmosfera pela queima de carvão e derivados de petróleo na geração de energia e pela destruição das florestas. Sem isso, o efeito estufa seria muito mais intenso com impactos ainda mais danosos à vida na Terra.Embora não constem no mapa de biomas do IBGE, organizações não-governamentais, cientistas e órgãos ambientais atuam nas zonas costeira e Marinha como se fossem um bioma. Sua área de 4,5 milhões de quilômetros quadrados equivale a mais de 50% do território brasileiro, o que levou a Marinha a chamá-la de Amazônia Azul.
Franquia transforma contêiner velho em loja de roupa e cresce no país
Quem passa pela rua e vê a loja, pensa: tem algo diferente. É um contêiner, daqueles que transportam mercadorias em navios, e que virou loja de roupa. O negócio é uma franquia, lançada há dois anos pelo franqueador André Krai. Em vez de edificações, ele aluga terrenos, monta a loja contêiner e, de cara, elimina custos e reabilita áreas degradadas.
“A Faria Lima é uma das ruas mais caras, uns dos pontos comerciais mais caros de São Paulo. A gente encontrou um terreno vazio, era um estacionamento feio, escuro, abandonado. Transformamos nesse ponto comercial. Nosso cliente teve uma redução de até R$ 200 mil apenas na economia do ponto”, afirma Krai.
A franquia pode ter um ou mais contêineres, cada um com 30 metros quadrados. Eles são pintados de laranja, para chamar a atenção. Tirando a cor, a frente é de um contêiner original, com sua autêntica e pesada porta. Na lateral, o aço foi cortado em um retângulo para colocar a vitrine.
A arara é um corrimão velho de ônibus, parte do piso também é de ônibus e o tambor de óleo cortado virou puff, todo esse reaproveitamento de material derrubou os custos pela metade comparando com uma loja tradicional e com um pouquinho de decoração aqui e ali transformou sucata em uma boutique de luxo.
O empresário compra contêineres com mais de 10 anos de uso. Cada um custa em média R$ 10 mil. A reforma varia entre R$ 20 e R$ 30 reais.
Para não esquentar, as chapas de aço das paredes são revestidas de isopor e madeira. O espaço ganha provadores, espelhos, prateleiras, TV e iluminação. E em uma semana a loja-contêiner está pronta.
“A realidade a gente conseguiu ter hoje um custo de até 50% mais barato do que o mesmo padrão de loja com o mesmo tamanho em alvenaria, isso possibilita que o nosso investidor possa investir em marketing, possa investir em estoque, em outros segmentos do seu negócio”, diz Krai.
A franquia vende roupas: calças, camisas e casacos. São 500 marcas nacionais e internacionais. O público é o jovem, em busca de estilo diferente e ousado.
“O contêiner, na realidade, ele mostra uma atitude, uma personalidade, uma loja com personalidade. E o jovem hoje gosta muito disso, na realidade ele quer consumir de uma maneira diferente, de uma maneira mais sustentável, uma maneira mais moderna e eu acho que o contêiner alinha todos os aspectos em uma loja só, música, atitude, próprio contêiner que é uma coisa bacana, irreverente”, revela.
Para montar uma franquia da loja-contêiner, o investimento é a partir de R$ 79 mil. Não há taxa de franquia, a empresa cobra royalty de R$ 1.500 por mês. O faturamento médio mensal é de R$ 80 mil.
O franqueado Gabriel Bessa não tem dúvidas de que fez um bom negócio. “Por ser uma loja nova, ela tem apenas um mês, o movimento está muito bom pelo diferencial da loja, que acaba atraindo os clientes para dentro para conhecer esse conceito diferente da loja-contêiner”, afirma.
No primeiro mês de operação, a franquia vendeu 200 peças. E já começa a fazer sucesso entre a clientela descolada da cidade. “Nunca tinha entrado. Gostei. A ideia diferente combina com as roupas. Bem moderno, bem diferente mesmo”, opina Victor Rezende, consumidor.
A rede de franquias possui 45 lojas. A praticidade, o custo baixo e a inusitada estrutura das lojas são os principais atrativos dos interessados pelo negócio. A previsão é abrir mais 150 franquias até o final do ano que vem.
“Nossa ideia é dobrar a cada ano a partir do ano que vem, devido a essa facilidade que a gente tem de encontrar terrenos em grandes centros e até mesmo em cidades do interior. Hoje, nós temos lojas em cidades de até 20 mil habitantes, até em grandes capitais, então a gente se adapta a todos os tamanhos de cidades locais”, diz Krai.
Tudo Sobre Rciclagem
A reciclagem é o reaproveitamento dos materiais como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita tratamento final, como aterramento, ou incineração. O conceito de reciclagem não deve ser confundido com o de reutilização.
A palavra reciclagem difundiu-se na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de lixo e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).
Em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.
Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedadades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.
Benefícios
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.
No meio-ambiente a reciclagem pode reduzir a acumulação progressiva de lixo a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores; as emissões de gases como metano e gás carbônico; as agressões ao solo, ar e água; entre outros tantos fatores positivos.
No aspecto econômico a reciclagem contribui para a utilização mais racional dos recursos naturais e a reposição daqueles recursos que são passíveis de re-aproveitamento.
No âmbito social, a reciclagem não só proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas, através das melhorias ambientais, como também tem gerado muitos postos de trabalho e rendimento para pessoas que vivem nas camadas mais pobres. No Brasil existem os carroceiros ou catadores de papel, que vivem da venda de sucatas, papéis, latas de alumínio e outros materiais recicláveis deitados para o lixo. Também trabalham na colecta ou na classificação de materiais para a reciclagem. Como é um serviço penoso, pesado e sujo, não tem grande poder atrativo para as fatias mais qualificadas da população.
Assim, para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento.
O manuseio de lixo deve ser feito de maneira cuidadosa, para evitar a exposição a agentes causadores de doenças.
A palavra reciclagem difundiu-se na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de lixo e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).
Em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.
Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedadades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.
Benefícios
Os resultados da reciclagem são expressivos tanto no campo ambiental, como nos campos econômico e social.
No meio-ambiente a reciclagem pode reduzir a acumulação progressiva de lixo a produção de novos materiais, como por exemplo o papel, que exigiria o corte de mais árvores; as emissões de gases como metano e gás carbônico; as agressões ao solo, ar e água; entre outros tantos fatores positivos.
No aspecto econômico a reciclagem contribui para a utilização mais racional dos recursos naturais e a reposição daqueles recursos que são passíveis de re-aproveitamento.
No âmbito social, a reciclagem não só proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas, através das melhorias ambientais, como também tem gerado muitos postos de trabalho e rendimento para pessoas que vivem nas camadas mais pobres. No Brasil existem os carroceiros ou catadores de papel, que vivem da venda de sucatas, papéis, latas de alumínio e outros materiais recicláveis deitados para o lixo. Também trabalham na colecta ou na classificação de materiais para a reciclagem. Como é um serviço penoso, pesado e sujo, não tem grande poder atrativo para as fatias mais qualificadas da população.
Assim, para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento.
O manuseio de lixo deve ser feito de maneira cuidadosa, para evitar a exposição a agentes causadores de doenças.
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